Missão Cumprida, Legado Deixado: Valdecir e Miriam Zamboni encerram a patronagem deixando o Ronda Charrua em alto nível no tradicionalismo


Em nome de toda a família do CTG Ronda Charrua, a gente registra aqui um muito obrigado — daqueles que vêm do fundo do peito — ao Patrão Valdecir Zamboni e à Patroa Miriam Zamboni, que encerram um ciclo de dois anos de patronagem deixando um legado que não cabe num troféu… mas que fica gravado na história do nosso tradicionalismo.

Nessa gestão, o Ronda mostrou o que é liderança de verdade: visão, trabalho pesado, gente alinhada no mesmo propósito e uma cultura de “time em campo” que vira resultado. Não foi sorte. Foi operação.

O marco mais simbólico desse ciclo foi o ENART 2024, quando o Ronda Charrua chegou ao topo e conquistou o 1º lugar em Danças Tradicionais – Força A, na categoria mais disputada do evento, com uma temática que celebrou família, união e perdão — e com o Patrão Valdecir reconhecendo publicamente que o caminho foi feito com união e muita mobilização da comunidade. 
E não foi só “ganhar”: o CTG saiu daquele ENART com um pacote de reconhecimento que reforça excelência e consistência — grupo mais popular, melhor indumentária, troféu destaque do ano, além de premiações artísticas como 2ª melhor saída e 2ª melhor música inédita

Em 2025, veio a prova definitiva de maturidade: não é sobre um pico, é sobre sustentação de performance. No ENART 2025, o Ronda fechou com 3º lugar na Força A e ainda levou prêmios que são pura assinatura de identidade no tablado: melhor música inédita de saída (Força A), melhor coreografia de saída (Força A), grupo de danças mais popular, além de 2º lugar em melhor coreografia de entrada (Força A) e 2º lugar como Entidade Destaque do ENART 2025. Isso é gestão que entrega — com cultura forte e padrão alto.

E a administração não ficou só na vitrine do ENART. Teve título grande também fora dali: o CTG Ronda Charrua foi campeão do 27º Rodeio Internacional do Mercosul, em Gravataí, levando 1º lugar e Melhor Coreografia — sinal claro de competitividade e organização ao longo do calendário tradicionalista. 

Agora, se tem uma coisa que define legado, não é apenas ganhar. É formar gente. E nesse ponto a Patroa Miriam e sua equipe deixaram um recado bonito: o cuidado com a base, com as crianças e com a comunidade viva dentro do CTG. A Invernada Mirim — com almoço, rifa, apresentação e convite aberto para a piazada entrar nos ensaios — é o tipo de movimento que garante futuro, não só agenda. 

E aqui entra um ponto que é puro “Ronda”: inovação sem perder a raiz. Em 2025, foi divulgado que o CTG lançaria a Charrua IA, uma inteligência artificial própria para interagir com o público como um “contador de causos”, relembrando histórias e narrando acontecimentos do evento. Isso é ousadia boa: tradição com tecnologia, preservando alma e ampliando alcance. 

Esse período também rendeu reconhecimento institucional: em solenidade na Assembleia Legislativa, o CTG foi destacado como vencedor da Força A do ENART, dentro do contexto de premiações culturais (incluindo o Troféu Jayme Caetano Braun, ligado às honrarias da ALRS). 

Então, Patrão Valdecir e Patroa Miriam: vocês entregaram resultado, mas principalmente entregaram governança. Deixaram um CTG com marca forte, time unido, base ativa, comunidade engajada e um padrão de excelência que vira referência. O legado de vocês é simples de definir: vocês não só conduziram uma gestão — vocês elevaram o nível.

Que a nova patronagem receba não só uma casa organizada, mas uma cultura viva, com gente inspirada a continuar.

Com respeito, gratidão e orgulho,
Família CTG Ronda Charrua

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